quinta-feira, 24 de abril de 2014

VÁ DE RETRO !!!!



ISSO É UMA VERGONHA!!!!!

Pastora Suzane Richthofen é nomeada presidente da Comissão de Seguridade Social e Família. Portanto, passou ser funcionária da Câmara de Deputados com salário pago com os impostos que nós (babacas) recolhemos a esse governo.

Pastora Suzane Richthofen
Nomeada presidente da Comissão de
Seguridade Social e Família

Suzane Richthofen, personalidade brasileira que adquiriu seu status após decidir assassinar os próprios pais, parece ter dado outro rumo à sua existência. Presa desde 2002 em regime fechado na Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé (SP), Suzane acaba de se tornar pastora evangélica. Além do mais, devido à sua conduta impecável, logrou, junto à Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mudar o regime de fechado para semiaberto, quando é possível deixar o presídio durante o dia para trabalhar.
E, de fato, conseguiu um trabalho junto a outros criminosos que laboram poucas horas por dia. Devido à intercessão do Deputado Marco Feliciano, Suzane foi compulsoriamente filiada ao PSC (Partido Social Cristão) e, de quebra, foi nomeada para a presidência da CSSF (Comissão de Seguridade Social e Família), mais uma entre as controversas Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados.



Ora, mas também ela só matou o pai e a mãe, que mal há nisso???

UM HOMEM QUE SABE O QUE FALA


segunda-feira, 21 de abril de 2014

AFINAL É SÓ UMA PONTE...


VEJAM COMO A MATEMÁTICA PODE SER CRUEL














Há uma semana, o governo da China inaugurou a ponte da baía de Jiaodhou, que liga o porto de Qingdao à ilha de Huangdao. Construído em  4 anos, o colosso sobre o mar tem 42quilômetros de extensão e custou o equivalente a R$2,4 bilhões.

Há uma semana, o DNIT escolheu o projeto da nova ponte do Guaíba, em Ponte Alegre , uma das mais vistosas promessas da candidata Dilma Rousseff.   Confiado ao Ministério dos Transportes, o colosso sobre o rio deverá ficar pronto em quatro anos.   Com 2,9 quilômetros de extensão, vai engolir R$ 1,16 bilhões.


Intrigado, o matemático gaúcho Gilberto Flach resolveu estabelecer algumas comparações entre a ponte do Guaíba e a chinesa.   Na edição desta segunda-feira, o jornal Zero Hora publicou o espantoso confronto númerico resumido no quadro abaixo:















Os números informam que, se o Guaíba ficasse na China, a obra seria concluída em 102 dias, ao preço de R$ 170 milhões. Se a baía de Jiadhou ficasse no Brasil, a ponte não teria prazo para terminar e seria calculada em trilhões.   Como o Ministério dos Transportes está arrendado ao PR, financiado por propinas, barganhas e permutas ilegais,   o País do Carnaval abrigaria o partido mais rico do mundo.

Corruptos existem nos dois países, mas só o Brasil institucionalizou a impunidade. Se tentasse fazer na China uma ponte como a do Guaíba, Alfredo Nascimento daria graças aos deuses se o castigo se limitasse à demissão.

Dia 19/07/11, o Tribunal chinês sentenciou a execução de dois prefeitos que estavam envolvidos em desvio de verba pública.


(Adotada esta prática no Brasil, teríamos que eleger um Congresso por ano)

CLUBE DOS 99

[Era uma vez um rei muito rico.
Tinha tudo. Dinheiro, poder, conforto, centenas de súditos.
Ainda assim não era feliz.
Um dia, cruzou com um de seus criados, que assobiava alegremente enquanto
esfregava o chão com uma vassoura. Ficou intrigado. Como ele, um soberano
supremo do reino, poderia andar tão cabisbaixo enquanto um humilde servente
parecia desfrutar de tanto prazer?
- “Por que você está tão feliz?”, perguntou o rei.
- “Majestade, sou apenas um serviçal. Não necessito muito. Tenho um teto
para abrigar minha família e uma comida quente para aquecer nossas
barrigas”.
O rei não conseguia entender. Chamou então o conselheiro do reino, a pessoa
em que mais confiava.
- “Majestade, creio que o servente não faça parte do Clube 99″
- “Clube 99? O que é isso?”
- “Majestade, para compreender o que é o Clube 99, ordene que seja deixado
um saco com 99 moedas de ouro na porta da casa do servente”.
E assim foi feito.
Quando o pobre criado encontrou o saco de moedas na sua porta, ficou
radiante. Não podia acreditar em tamanha sorte. Nem em sonhos tinha visto
tanto dinheiro.
Esparramou as moedas na mesa e começou a contá-las.
-”…96, 97, 98… 99.”
Achou estranho ter 99. Achou que poderia ter derrubado uma, talvez.
Provavelmente eram 100. Mas não encontrou nada. Eram 99 mesmo.
Por algum motivo, aquela moeda que faltava ganhou uma súbita importância.
Com apenas mais uma moeda de ouro, uma só, ele completaria 100.
Um número de 3 dígitos! Uma fortuna de verdade.
Ficou obcecado por completar seu recente patrimônio com a moeda que
faltava.
Decidiu que faria o que fosse preciso para conseguir mais uma moeda de
ouro. Trabalharia dia e noite. Afinal, estava muito muito muito perto de
ter uma fortuna de 100 moedas de ouro. Seria um homem rico, com 100 moedas
de ouro.
Daquele dia em diante, a vida do servente mudou.
Passava o tempo todo pensando em como ganhar uma moeda de ouro. Estava
sempre cansado e resmungando pelos cantos. Tinha pouca paciência com a
família que não entendia o que era preciso para conseguir a centésima moeda
de ouro. Parou de assobiar enquanto varria chão.
O rei percebeu essa mudança súbita de comportamento e chamou seu
conselheiro.
- “Majestade, agora o servente faz, oficialmente, parte do Clube 99″.
E continuou:
- “O *Clube 99 é formado por pessoas que têm o suficiente para serem
felizes, mas mesmo assim não estão satisfeitas. Estão constantemente
correndo atrás desse 1 que lhes falta. Vivem repetindo que se tiverem
apenas essa última e pequena coisa que lhes falta, aí sim poderão ser
felizes de verdade. Majestade, na realidade é preciso muito pouco para ser
feliz. Porém, no momento em que ganhamos algo maior ou melhor,
imediatamente surge a sensação que poderíamos ter mais. Com um pouco mais,
acreditamos que haveria de fato, uma grande mudança. Só um pouco mais.
Perdemos o sono, nossa alegria, nossa paz e machucamos as pessoas que estão
a nossa volta. E o pouco mais, sempre vira… um pouco mais. O pouco mais é o
preço do nosso desejo.”*
E concluiu:
--- “Isso, majestade… é o Clube dos 99"

"O destino escolhe quem vamos encontrar na vida. As atitudes definem quem
fica."


O BARBEIRO !!!


O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O ficou padeiro feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.

Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.

"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."
(Eça de Queiróz)

NA PRÓXIMA ELEIÇÃO TROQUE UM LADRÃO POR UM CIDADÃO.


CAMPANHA PRÓ-FAXINA DOS POLÍTICOS.

domingo, 20 de abril de 2014

A VIDA SE RESUME EM 4 GARRAFAS


  Merda...  
 já estamos na terceira!   

MARCÃO MORREU...


Marcão era um antigo funcionário de uma cervejaria no interior de São Paulo. Ele era feliz no trabalho, embora seu sonho fosse ser degustador de cerveja, bebida que tanto adorava.

Certa vez, trabalhando no turno da noite, ele caiu dentro de um tonel de cerveja...

Pela manhã, o vigia deu a triste notícia: - É com profundo sofrimento que informo que o Marcão se desequilibrou, caiu no tonel de cerveja e infelizmente morreu afogado.

Um grande amigo de Marcão com a voz muito triste pergunta: - Meu Deus!!! Será que ele sofreu???

O vigia então responde: - Acredito que não. porque, segundo as imagens da câmera de segurança, ele chegou a sair três vezes do tonel pra mijar.

sábado, 19 de abril de 2014

13 PASSOS PARA O PRÓPRIO BEM:


1) Por mais que lhe falem da tristeza... prossiga Sorrindo.
2) Por mais que lhe demonstrem rancor... prossiga Perdoando.
3) Por mais que lhe tragam decepções... prossiga Confiando.
4) Por mais que o ameacem de fracasso... prossiga apostando na Vitória.
5) Por mais que lhe apontem erros... prossiga com os seus Acertos.
6) Por mais que discursem sobre a ingratidão...prossiga Ajudando.
7) Por mais que noticiem a miséria... prossiga crendo na Prosperidade.
8) Por mais que lhe mostrem destruições... prossiga na Construção.
9) Por mais que lhe acenem doenças... prossiga vibrando Saúde.
10) Por mais que exibam ignorância... prossiga exercitando sua Inteligência.
11) Por mais que o assustem com a velhice... prossiga sentindo-se Jovem.
12) Por mais que plantem o mal... prossiga semeando o Bem.
13) Por mais que lhe contem mentiras... prossiga na Sua Verdade.

- Por mais difícil que lhe pareçam essas 13 tarefas,prossiga acreditando na capacidade que Deus lhe deu para cumprí-las... E se lhe disserem que o 13 é um número de azar, sorria... e lembre-se que: Sua Sorte não depende de um número, mas sim do quanto você acredita Nela.!!!

(Do Livro: "Sorte é Pra Quem Quer" de Silvia Schmidt)

O AMOE E O VELHO BARQUEIRO


Chegando, afinal, á margem do grande rio, o Amor avistou
três barqueiros que se achavam, indolentes, recostados ás
pedras. Dirigiu-se ao primeiro:
—Queres, meu bom amigo, levar-me para a outra margem do
rio?
Respondeu interpelado, com voz triste, cheio de angústia: —
Não posso, menino! É impossível para mim!
O Amor recorreu, então, ao segundo barqueiro, que se
divertia em atirar
pedrinhas ao seio tumultuoso da correnteza.
—Não. Não posso – respondeu secamente.
O terceiro e último barqueiro, que se parecia o mais velho,
não esperou que o Amor viesse pedir-lhe auxílio. Levantou-se
tranqüilo e estendendo-lhe, bondoso, a larga mão forte,
disse-lhe:
—Vem comigo, menino! Levo-te sem demora para o outro lado.
Em meio da travessia, notando o Amor a segurança com que o
velho barqueiro navegava, perguntou-lhe:
—Quem és tu? Quem são aqueles dois que se recusaram a
atender ao meu pedido?
—Menino – respondeu, paciente, o bom remador – o primeiro é
o Sofrimento, o segundo é o Desprezo. Bem sabes que o
sofrimento e o Desprezo não fazem passar o Amor.
—E tu, quem és afinal?...
—Eu sou o Tempo, meu filho – avaliou o velho barqueiro.
–Aprende para sempre a generosa verdade. Só o Tempo é que
faz passar o Amor! E continuou a remar, numa cadência certa,
como se o movimento de seus braços possantes fosse regulado
por um pêndulo invisível e eterno. Sofrimento, Desprezo...
Que importa tudo isso ao coração apaixonado? O Tempo e só o
Tempo, é que faz passar o Amor.

TAHAN, Malba. “Os Melhores Contos”. Ed. Record, pp. 94-95

MINHA PEDRA É AMETISTA




Sempre amei a cor roxa. É roxo mesmo, em seus matizes de azul profundo e vermelho profundo, cores e matizes que se mesclam em tantas, mas tantas, de inexplicáveis combinações do roxo ao lilás mais pro vermelho ou mais pro azul. É uma tonalidade que se mistura, que se mescla, que se modifica, mas é sempre a mesma em suas diferentes manifestações de tons. Então, eu amo a Ametista! É mais forte do que eu. Coincidentemente é a pedra do mês de fevereiro, que é o mês em que eu nasci, tem raízes mitológicas.






Quando digo que é mais forte do que eu; é lembrando de um acontecimento da minha época de menina. Meu pai levou eu e meus irmãos à Petrópolis estado do RJ, e lá fomos conhecer o Museu Imperial. Me lembro que a gente tinha que colocar sapatos especiais, aflanelados para não estragar o piso do museu. Cada qual de nós foi pra um lado. Parei na frente de uma vitrine enorme, que expunha as jóias de Coroa, a Coroa Real e o traje da coroação e também um enorme colar de ametistas retangulares escuras que Dom Pedro I deu de presente à sua amante a Marquesa de Santos. Eu nunca me esqueci desse colar e nem de suas enormes ametistas!Tão magnífico!


E curioso é que para mim não se passaram nem 5 minutos da visita ao museu, e meus irmãos correram me chamando que nosso pai já ia embora. E eu fiquei sem entender, porque já íamos embora, eu ainda não tinha visto nada; só aquela vitrine com o colar de ametistas. E aí perplexa fiquei sabendo que tinha ficado 2.30h parada em frente àquela vitrine sem sentir o tempo passar. Fiquei sem entender por muito tempo o mistério, até que um dia, anos depois eu já estava casada, um joalheiro espírita amigo meu em visita a minha meu me disse que em reencarnações passadas eu fui a Marquesa De Santos, assim de repente do nada, na minha cara. Aí eu me lembrei do episódio e contei pra ele.
Sei que até hoje o que cai bem pra mim é aquela música do João Bosco Bijuteria “Minha pedra é Ametista, minha cor o amarelo, mas sou...” E me falta reivindicar a posse de meu colar junto ao Museu Imperial. Afinal de contas ele é meu... rsrs

BijuteriasJoão Bosco
Composição: João Bosco

Em setembro
Se Venus me ajudar
Virá alguém
Eu sou de Virgem
E só de imaginar
Me dá vertigem
Minha pedra é ametista
Minha cor, o amarelo
Mas sou sincero
Necessito ir urgente ao dentista
Tenho alma de artista
E tremores nas mãos

Ao meu bem mostrarei
No coração.
Um sopro e uma ilusão
Eu sei
Na idade em que estou
Aparecem os tiques, as manias
Transparentes, transparentes
Feito bijuterias
Pelas vitrines
Da Sloper da alma.

A Ametista é uma variedade de quartzo e as suas tonalidades vão do lilás polido até ao roxo mais escuro, quase preto. A sua cor ideal é o roxo meio escuro com um brilho rosado, que lhe dá beleza e calor.



O nome, Ametista, vem do grego e provavelmente significa"não bebido"ou ainda "não ébrio" devido, provavelmente, à sua história na mitologia. A sua cor roxa foi sempre adorada pelos Gregos e Egípcios e, por isso, era frequente nos seus ornamentos.
Os Gregos acreditavam que o uso da Ametista impedia intoxicações, tornando-se numa das pedras mais desejadas. Diziam ainda que ela exercia um sóbrio efeito nos embriagados e nos que se tornavam exageradamente apaixonados.
A tradição diz que a Ametista evita a calvície e protege das traições e das fraudes, simbolizando a paz.
A Ametista previne vícios. É boa para insônia e enxaquecas. Significa transmutação, proteção e espiritualidade

LENDA DA AMETISTA:

Desde a Antigüidade, atribui-se à ametista poderes sobrenaturais, conferindo sorte, estabilidade e proteção contra feitiços.
Na Grécia, conta-se a lenda que a ametista era uma ninfa que amava o deus do vinho. Ao ser desprezada por ele machucou-se tornando-se uma pedra se opondo aos efeitos da bebida. A palavra ametyst significava "não bêbado", porque acreditava-se na capacidade de manter sóbrios os religiosos. Quando colocada no centro com outros cristais em sua volta consegue limpá-los.


Eu Tenho no Orkut uma comunidade chamada EU AMO A PEDRA AMETISTA
QUEM QUISER ENTRAR É SÓ ACESSAR A PÁGINA.
Para ver a página da comunidade 'EU AMO A PEDRA AMETISTA',visite:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=36421380




A INVEJA TEM CHEIRO DE CARNIÇA


Os Baobás que maravilha! Sempre me encantaram; assim como todas as obras da natureza.
O Baobá, é uma árvore forte, robusta, que floresce apenas uma vez durante o ano, suas flores ficam de cabeça para baixo durante alguns dias antes de secarem e caírem no chão.

A LENDA DA FLOR DO BAOBÁ:



Negrito
O nosso baobá flora uma vez por ano, entre novembro e fevereiro, época em que exibe toda a beleza. A sua floração passa por intrigante trocar de roupa ou de sorrisos, em cores e matizes. Começa com um botão verde de guardadas energias que se abre em branco da virgindade flor. Vai se tornando creme de caráter solar que se continua na matriz do castanho. De repente, surge de vinho como sacrifício para anoitecer no modesto marrom e findar no tom violeta da paixão.
A flor não domina a substância tempo, sente a brevidade de sua existência. Para a sua flor, o baobá vive eternamente.

Parece que a espera do Baobá em florescer, seja uma coisa tão romântica como suas próprias flores.
Dar uma flor de baobá à pessoa amada pode simbolizar que ela é única e que demorou muito para encontrá-la...Isso, se a flor do Baobá não tivesse um forte odor de carniça.
Isso serve para provar que as aparências enganam... As pessoas que se deixam levar pela beleza da flor do Baobá,podem ter uma surpresa ao sentir seu aroma não muito agradável; da mesma forma como as pessoas que com tanto preconceito com o cheiro da flor, se inibem em conhecê-la, e contemplar sua beleza. Ou seja, todo mundo, e qualquer coisa nesse mundo tem seu lado bom e seu lado ruim; todos nós temos nosso lado flor de Baobá...
Conta a lenda, que o Baobá era uma árvore muito invejosa, tinha inveja das árvores mais bonitas, mais floridas...
Tinha inveja dos ipês, com suas flores de variadas cores, tinha inveja da roseira, da sua simplicidade, tinha inveja de todas as outras árvores.
Cansados de tanta inveja, os deuses, deram um castigo á árvore, virando-a de cabeça para baixo, portanto, a copa, que vemos, seria na verdade suas raízes. E suas flores que cheiram tão mal, seriam portanto, resíduos do solo, que ficam agarrados em suas raízes...

AULA COM O PASQUALE...RS !



Trata-se de como falar algumas frases bem comuns de uma maneira mais intelectual....

Filosofia flácida para acalentar bovinos.
(Conversa mole pra boi dormir)

Romper a face.
(Quebrar a cara)

Creditar o primata.
(Pagar o mico)

Inflar o volume da bolsa escrota.
(Encher o saco)

Impulsionar a extremidade do membro inferior contra a região glútea de alguém.
(Dar um pé na bunda)

Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de acampamento.
(Chutar o pau da barraca)

Deglutir o batráquio.
(Engolir o sapo)

Colocar o prolongamento caudal em meio aos membros
inferiores.
(Meter o rabo entre as pernas)

Derrubar com intenções mortais.
(Cair matando)

Eximir de qualquer tipo de sorte.
(Azarar)

Aplicar a contravenção do Dr. João, deficiente físico de um dos membros superiores.
(Dar uma de João sem braço)

Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira.
(Nem a pau)

Sequer considerar a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo- bucais.
(Nem que a vaca tussa)

Sequer considerar a utilização de instrumentos metálicos derivados do ferro.
(Nem ferrando)

Derramar água pelo choco através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente.
(Chutar o balde)

Podes retirar o equino da perturbação pluviométrica.
(pode tirar o cavalo da chuva)

"O sujeito que usa um termo em inglês no lugar do equivalente em português é, na minha opinião, um idiota".
Revista Veja, 10 de Setembro de 1997.

"[..] a São Paulo que fala 'dois pastel' e 'acabou as ficha' é um horror. Não acredito que o fato de ser uma cidade com um grande número de imigrantes seja uma explicação suficiente para esse ' português esquisito' dos paulistanos. Na verdade, é inexplicável".
Revista Veja, 10 de Setembro de 1997.

PASQUALE CIPRO NETO.


DESIDERATA X DESIDERATA



Na internet encontramos várias traduções das mais detalhadas às mais resumidas, mas com certeza uma mensagem atemporal seu significado e seu contexto transcendem o tempo e continuam sempre atuais. Vale à pena ler, entender e meditar! Coloquei duas versões que eu gosto uma mais resumida e outra mais longa.
Os desiderata constituem um tipo de categoria axiológica representando aquilo a que se dá um valor positivo, sem no entanto adquirir o caráter de imposição. Representam condições suficientes mas não necessárias para que se atribua valor positivo a algo. Na prática científica e epistemológica usualmente se torna necessário avaliar
procedimentos e resultados científicos. Em algumas abordagens epistemológicas, procura-se formular regras de avaliação fundamentadas em exigências rígidas, do tipo: "x é cientificamente aceitável se e somente y", que apresentam condições necessárias e suficientes para que algo receba um valor científico positivo. O uso do conceito de desideratum, mais fraco do que a idéia de uma demarcação entre ciência e não-ciência, permite uma análise mais flexível. A tese contém um estudo analítico do conceito de desideratum, sua relação com outros conceitos axiológicos e a estrutura geral de uma axiologia da ciência aplicando tais conceitos. Após o estudo analítico são examinados exemplos históricos, confrontando-se as abordagens metodológicas existentes com a
abordagem não proibitiva que faz uso de desiderata. Por fim, é proposto um sistema metodológico compatível com essa abordagem e são discutidas suas bases e conseqüências.

DESIDERATA:

No meio da precipitação urbana, lembre-se que a paz talvez se encontre no silêncio.
Faça um esforço honesto e continuado para se dar bem com todos.
Fale a verdade claramente, mas, com a brandura. E ouça os outros, mesmo os ignorantes e sem brilho: eles terão igualmente as suas histórias para contar.

Evite as pessoas agressivas, que falam alto, pois trazem constrangimento ao espírito.
Se você se comparar aos demais, poderá tornar-se vaidoso ou amargo, pois existirão sempre os que estão melhor ou pior que você na vida.

Saiba apreciar as suas realizações, seus planos.
Tome gosto pela sua carreira, por mais humilde que ela seja: é o único bem verdadeiramente seu. Trate seus negócios com muito cuidado, pois o mundo está cheio de espertos, mas não endureça seu coração, e saiba descobrir, o lado bom das
pessoas.
Ainda há idealistas nesse mundo e por toda parte encontramos
atos de heroísmo.
Seja você mesmo, sobretudo, não finja amizade; nem ponha cinismo no amor. Apesar de tudo que se diz por aí; o amor ainda é eterno.

Aceite com doçura o conselho dos anos e saiba renunciar aos hábitos próprios da juventude.
Mantenha o espírito galvanizado para aguentar as surpresas da vida, Mas não se aflija com imaginações. O medo nasce do cansaço e da solidão.
Acima de qualquer autodisciplina, seja generoso com você mesmo: afinal você é filho do universo, tanto quanto as árvores e as estrelas, e tem todo o direito de estar aqui.
Embora isso não lhe pareça muito claro, o certo é que o velho universo está se desdobrando por sua causa.

Portanto esteja em paz com Deus ou com o que você chama de deus. E por mais agitadas e extenuantes que sejam suas atividades neste planeta, entre barulhentas confusões e aspirações da vida, procure conservar a paz de espírito.
Porque apesar de tudo que está acontecendo por aí afora.
Este mundo ainda é ótimo! E você só precisa ter cuidado e fazer seu esforço diário para ser feliz!


DESIDERATA:

Siga tranqüilamente, entre a inquietude e a pressa, lembrando-se que há sempre paz no silêncio.

Tanto quanto possível, sem humilhar-se viva em harmonia com todos os que o cercam.

Fale a sua verdade mansa e claramente, e ouça a dos outros, mesmo a dos insensatos e ignorantes, eles também tem sua própria história.

Evite as pessoas agressivas e transtornadas, elas afligem o nosso espírito.

Se você se comparar com os outros, você se tornará presunçoso e magoado, pois haverá sempre alguém inferior e alguém superior a você.

Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui; e mesmo que você não possa perceber, a Terra e o Universo vão cumprindo o seu destino.

Viva intensamente o que já pode realizar, mantenha-se interessado em seu trabalho, ainda que humilde, ele é o que de real existe ao longo de todo o tempo.

Seja cauteloso nos negócios, porque o mundo está cheio de astúcia, mas não caia na descrença, a virtude existirá sempre.

Muita gente luta por altos ideais, em toda parte a vida está cheia de heroísmo.

Seja você mesmo, principalmente não simule afeição nem seja descrente do amor, porque mesmo diante de tanta aridez e desencanto ele é tão perene quanto a relva.

Aceite com carinho o conselho dos mais velhos, mas também seja compreensivo aos impulsos inovadores da juventude, alimente a força do espírito que o protegerá no infortúnio inesperado; mas não se desespere com perigos imaginários, muitos temores nascem do cansaço e da solidão.

E a despeito de uma disciplina rigorosa seja gentil consigo mesmo.

Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui; e mesmo que você não possa perceber a terra e o universo, vão cumprindo o seu destino.

Portanto esteja em paz com Deus, como quer que você o conceba e quaisquer que sejam os seus trabalhos e , da fatigante jornada pela vida, mantenha-se em paz com sua própria alma. Acima da falsidade, do desencanto e agruras, o mundo ainda é bonito. Seja prudente. FAÇA TUDO PARA SER FELIZ e partilhe com os outros a sua felicidade.

DESIDERATA - Do Latim Desideratu: Aquilo que se deseja, aspiração.
Este texto foi encontrado na velha Igreja de Saint Paul, Baltimore, datado de 1692.
Foi citado no livro "Mensagens do Sanctum Celestial", do Fr.Raymond Bernard.
O texto é de Max Ehrmannn e foi registrado pela primeira vez em 1927.

AH MINHA PORTELA...














Desfile da Portela , minha escola de samba em2008. Ela veio como sempre linda mas, toda azul e branca com sua águia de Neon. Com um samba enredo maravilhoso! 10 PORTELA é nota 10 sempre campeã no meu coração!
Nossa quando eu falo da Portela o coração fica apertado!
Morar no Rio de janeiro tem dessas coisas. É do carioca o futebol, o samba, as praias, o céu, o mar. O carioca tem a boêmia no sangue! A gente veste a camisa do nosso time, da nossa escola de samba, da nossa cidade. E o carioca ama o Rio de janeiro; não é a toa que diz assim a música RIO DE JANEIRO GOSTO DE VOCÊ. GOSTO DE QUEM GOSTA DESSE CÉU, DESSE MAR, DESSA GENTE FELIZ ! ...ou então O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO! O RIO DE JANEIRO CONTINUA SENDO... ou COPACABANA PRINCEZINHA DO MAR... ainda:DA JANELA VÊ-SE O CORCOVADO O REDENTOR QUE LINDO!... e também
RIO 40°...
Aqui é um coração carioca falando da Portela.
Quem não se lembra da música do Paulinho da Viola: Foi um rio que passou em minha vida? Eu igual a ele posso dizer “ AH MINHA PORTELA ...”
Então coloquei um pouco da história da Portela e as letras dos samba enredos que mais marcaram para mim.


Foi um rio que passou em minha vida...
(Paulinho da Viola)


Se um dia meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar
Porém (ai, porém)
Há um caso diferente que marcou num breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de carnaval
Carregava uma tristeza
Não pensava em outro amor
Quando alguém que não me lembro anunciou:
Portela! Portela!
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou
Ai, minha Portela, quando vi você passar
Senti o meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir aquele azul
Não era do céu; nem era do mar
Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar.

Para ouvir e matar as saudades desse grande sussesso do Paulinho da Viola Portelense fervoroso é só copiar e colar A url no seu navegador é um vídeo do YOU TUBE. Vale a pena recordar!

Samba Enredo 1974 - O Mundo Melhor de Pixinguinha (Pizindin)
G.R.E.S. Portela (RJ)
Composição: Jair Amorim, Evaldo Gouveia e Velha


Lá vem Portela
Com Pixinguinha em seu altar
E altar de escola é o samba
Que a gente faz
E na rua vem cantar
Portela
Teu carinhoso tema é oração
Pra falar de quem ficou
Como devoção
Em nosso coração

Pizindin! Pizindin! Pizindin!
Era assim que a vovó
Pixinguinha chamava
Menino bom na sua língua natal
Menino bom que se tornou imortal
A roseira dá
Rosa em botão
Pixinguinha dá
Rosa, canção
E a canção bonita é como a flor
Que tem perfume e cor
E ele
Que era um poema de ternura e paz
Fez um buquê que
não se esquece mais
De rosas musicais
Lá vem Portela...


Samba Enredo 1975 - Macunaíma
G.R.E.S. Portela (RJ)
Composição: David Corrêa e Norival Reis


Portela apresenta
Do folclore tradições
Milagres do sertão à mata virgem
Assombrada com mil tentações
Cy, a rainha mãe do mato, oi
Macunaíma fascinou
Ao luar se fez poema
Mas ao filho encarnado
Toda maldição legou



Macunaíma índio branco catimbeiro
Negro sonso feiticeiro
Mata a cobra e dá um nó


Cy, em forma de estrela
À Macunaíma dá
Um talismã que ele perde e sai a vagar
Canta o uirapuru e encanta
Liberta a mágoa do seu triste coração
Negrinho do pastoreio foi a sua salvação
E derrotando o gigante
Era uma vez Piaiman
Macunaíma volta com o muiraquitã
Marupiara na luta e no amor
Quando para a pedra para sempre o monstro levou
O nosso herói assim cantou

Vou-me embora, vou-me embora
Eu aqui volto mais não
Vou morar no infinito
E virar constelação

Samba Enredo - 1972 Ilu Ayê
G.R.E.S. Portela (RJ)
Composição: Cabana E Norival Reis


Ilu Ayê, Ilu Ayê Odara
Negro dançava na Nação Nagô

Depois chorou lamento de senzala
Tão longe estava de sua Ilu Ayê
Tempo passou ôô
E no terreirão da Casa Grande
Negro diz tudo que pode dizer

É samba, é batuque, é reza
É dança, é ladainha
Negro joga capoeira
E faz louvação à rainha

Hoje
Negro é terra, negro é vida
Na mutação do tempo
Desfilando na avenida
Negro é sensacional
É toda a festa de um povo
E dono do carnaval

Essa Gente Bronzeada Mostra Seu Valor (1996)
G.R.E.S. Portela (RJ)
Composição: Jorginho Don, Picolé da Portela, Renatinho do
Sambola e Carlinhos Careca


Chegou a hora
Portela alegremente vem cantar (lá laiá lá)
Com um brilho atraente de swing irreverente
Fazendo assim o mundo inteiro "delirar" (ô delirar)
Melodias que se tornaram marcantes
De artistas delirantes
Iluminados pela estrela do criar
Como "Memórias" de Paulinho da Viola
Ismael, mestre Cartola
Eu vou cantando para os males espantar

Canta iaiá pra ioiô, canta ioiô pra iaiá
Um samba quente, um chorinho de amor (eu vou)
Na onda do iê-iê-iê, eu sou o rei pra você
Fazendo a festa até o dia amanhecer

"Chega de saudade"
Meu peito invade, eu lembro do meu amor
Linda é a "Garota de Ipanema", seu gingado é um poema
Na "Asa Branca" sou eterno sonhador
"Pra não dizer que não falei das flores"
Vou me expressar mostrando todo o meu valor
Eu sou a arte que embala a esperança
Onde passo sou bonança
Bela "Aquarela Brasileira" decantou

A Portela demorou, mas abalou
E o povo canta novamente, já ganhou


Das Maravilhas do Mar, Fez-se o Esplendor de Uma Noite
(1981)
G.R.E.S. Portela (RJ)


Deixa me encantar, com tudo teu, e revelar, lalaiá lá
O que vai acontecer nesta noite de esplendor
O mar subiu na linha do horizonte, desaguando como fonte
Ao vento a ilusão desce
O mar, ô o mar, por onde andei mareou, mareou
Rolou na dança das ondas, no verso do cantador
Dança que tá na roda, roda de brincar
Prosa na boca do tempo e vem marear ( Eis o
cortejo... )
Eis o cortejo irreal, com as maravilhas do mar
Fazendo o meu carnaval, é a vida a brincar
A luz raiou pra clarear a poesia
Num sentimento que desperta na folia ( Amor, amor ... )
Amor, sorria, ô ô ô, um novo dia despertou
E lá vou eu, pela imensidão do mar
Nessa onda que corta a avenida de espuma, me arrasta a
sambar (
E lá vou eu... )
E lá vou eu, pela imensidão do mar
Nessa onda que corta a avenida de espuma, me arrasta a
sambar

Contos de Areia (1984)
G.R.E.S. Portela (RJ)


Bahia é um encanto a mais
Visão de aquarela
E no ABC dos Orixás
Oraniah é Paulo da Portela
Um mundo azul e branco
O deus negro fez nascer
Paulo Benjamim de Oliveira
Fez esse mundo crescer (okê-okê)

Okê-okê, Oxossi
Faz nossa gente sambar (bis)
Okê-okê, Natal
Portela é canto no ar

Jogo feito, banca forte
Qual foi o bicho que deu?
Deu águia, símbolo da sorte
Pois vintes vezes venceu

É cheiro de mato
É terra molhada (bis)
É Clara Guerreira
Lá vem trovoada

Epa hei, Iansã! Epa hei! (bis)

Na ginga do estandarte
Portela derrama arte
Neste enredo sem igual
Faz da vida poesia
E canta sua alegria
Em tempo de carnava


G.R.E.S. PORTELA

Portela, uma das mais antigas e tradicionais agremiações do Rio de Janeiro. Mantém - até hoje não alcançada por qualquer outra co-irmã 21 títulos conquistados no carnaval carioca. Trata-se de uma entidade única do samba, que participou ativamente da história dos desfiles, muitas das vezes como protagonista.

Alguns blocos cruzaram a história da Portela antes de sua fundação, em 1923: Quem Fala de Nós Come Mosca, liderado por Dona Esther Maria de Jesus, influente senhora de Oswaldo Cruz que organizava em sua casa rodas de samba com Pixinguinha, Cartola e Donga; Baianinhas de Oswaldo Cruz, que tinha entre seus componentes Paulo Benjamim de Oliveira, mais conhecido como Paulo da Portela; e Conjunto de Oswaldo Cruz, que surgiu com o fim das Baianinhas e depois mudou de nome para Nos Faz É O Capricho e, finalmente, Vai Como Pode.


É impossível falar da Portela e não fazer referência a um nome pioneiro não só para a história da azul-e-branca, mas também para a consolidação do carnaval no Rio: Paulo da Portela. Exímio compositor, Paulo já militava em prol da legitimação do samba como manifestação cultural do povo – e não mais um caso de polícia, como era encarado antes. Os blocos sob seu comando primavam pela organização: não havia badernas nem tumultos. Com ele, a vagabundagem característica dos anos 20 não tinha vez. As rodas de samba comandadas por Paulo da Portela eram um espaço, sobretudo, para a família e para os apreciadores do ritmo.

Em 1935, a prefeitura incluiu no calendário da cidade o desfile das escolas de samba. Era o que faltava para torná-las, de fato, oficiais. Na época, o prefeito Pedro Ernesto chegou a liberar uma subvenção de dois contos e quinhentos para as agremiações. À frente da Vai Como Pode,que já tinha se transformado em uma escola de samba, Paulo resolveu apresentar sua comunidade na Praça XI com o nome Portela, que, naquele ano, conquistou seu primeiro campeonato com "O samba dominando o mundo".

Era o prenúncio de uma história de sucesso da águia, símbolo da escola. A Portela conquistou fama pela disciplina dos componentes (que, diga-se de passagem, desfilavam muito bem-vestidos, dos pés à cabeça), e por introduzir novidades que inspiraram outras agremiações: a primeira alegoria, a comissão de frente uniformizada, o primeiro samba-enredo e o uso de instrumentos como a caixa-surda e o reco-reco.

Nos anos 40, outro feito histórico: de 1941 a 1947, a Portela conquistou o primeiro lugar. Só dava ela, a única heptacampeã do carnaval carioca. Mas também foi uma década triste para Oswaldo Cruz. Em 1949, o fundador Paulo da Portela morreu brigado com a escola que tanto contribuiu para consolidá-la no panteão do carnaval carioca. Uma estabilidade que, diga-se de passagem, muito se deveu aos grandes sambas assinados pela nata de compositores da azul-e-branca: Monarco, Waldir 59, Candeia e Zé Kéti.

Uma das tradições da Portela é a de acolher figuras ilustres em sua comunidade. Uma delas é Paulinho da Viola. O cantor fez sua estréia em Oswaldo Cruz em 1966, aos 22 anos, ganhando a disputa de sambas com uma obra rebuscada, de 45 versos, sobre o livro "Memórias de um sargento de milícias". Difícil de cantar? Não na Avenida. A composição ajudou a escola a colecionar mais um título ao seu currículo.

Clara Nunes, cantora que despontava na MPB, também escreveu seu capítulo na história da Portela. Foi nos anos 70, ajudando a puxar uma seqüência de sambas memoráveis: "Ilu Ayê" (1972), "Pasárgada, o amigo do rei" (1973), "O mundo melhor de Pixinguinha" (1974) e "Macunaíma, herói de nossa gente" (1975). Esta, por sinal, é uma década sempre lembrada pela comunidade azul-e-branca : foi a última vez em que a escola sagrou-se campeã, sozinha e absoluta, com "Lendas e mistérios da Amazônia", em 1970.

Dos anos 80 para cá, foram muitos altos e baixos. A veterana emplacou outras duas vitórias (1980 e 1984), ainda assim dividindo o título com outras co-irmãs. Em 1995, não levou o
campeonato, mas quase chegou lá, com o ótimo "Gosto de me enrosco" ("Abram alas, deixa a Portela passar, é voz que não se cala, é canto de alegria do ar"). Foi a vice-campeã daquele ano.

A azul-e-branca também patinou em outras posições, das cinco primeiras às intermediárias. Em 2005, por pouco não foi rebaixada, com um desfile cheio de problemas: águia sem asas
(fato gravíssimo, em se tratando de uma das alegorias mais aguardadas do carnaval, senão a mais esperada de todas), evolução comprometida e sem a tradicional velha-guarda, que
foi impedida de desfilar. Resultado: 13º lugar, à frente apenas da Tradição, que voltou ao Grupo de Acesso A.

ZÉ KETI - MÁSCARA NEGRA

Foto: Mário Luiz Thompson Quem é que não se lembra desse saudoso talento? Para mim Carnaval não é Carnaval se não tocar Máscara Negra. Essa sua composição; talvez seja a música mais tocada na história do Carnaval. Criada em parceria com Hildebrando Pereira Mattos em 1967. Quando Zé Keti então com 46 anos de idade, já era bastante conhecido Eu na época com meus com meus 5 anos de idade; desde que a ouvi nunca mais esqueci. E quem não se lembra de A voz do Morro; Acender as Velas; Diz que fui por aí; Esta favela que eu amo; Jaqueira da Portela; Mascarada; Nega Dina; O meu pecado; Opinião...? Coloco aqui a letra de Máscara Negra MÁSCARA NEGRA Quanto riso oh quanta alegria Mais de mil palhaços no salão Arlequim está chorando Pelo amor da Colombina No meio da multidão Foi bom te ver outra vez Está fazendo um ano Foi no carnaval que passou Eu sou aquele Pierrô Que te abraçou e te beijou meu amor Na mesma máscara negra Que esconde o teu rosto Eu quero matar a saudade Vou beijar-te agora Não me leve a mal Hoje é Carnaval Zé-ket i e Pereira Mattos- 1966 Zé Kéti (José Flores de Jesus) nasceu no Rio de Janeiro RJ em 06 de Outubro de 1921.Em Inhaúma no mesmo bairro de Pixinguinha. Neto do flautista e pianista João Dionísio Santana, companheiro do compositor Índio e de Pixinguinha, e filho de um marinheiro tocador de cavaquinho, Josué Vale de Jesus, desde criança interessou-se por música. Aos 13 e 14 anos, quando morava no subúrbio de Piedade, foi levado por Geraldo Cunha, compositor do G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira e parceiro de Carlos Cachaça, para assistir a ensaios daquela escola, seu primeiro contato com a música dos morros. Mais tarde, mudou-se para o subúrbio de Bento Ribeiro e foi levado para o G.R.E.S. da Portela pelo compositor, e depois presidente da escola, Armando Santos. Começou a desfilar em sua ala dos compositores e a compor, sem mostrar suas músicas a ninguém, só o fazendo mais tarde, aos 18 anos, quando já freqüentava as rodas boêmias do Café Nice, levado por Luís Soberano. Afastou-se dos meios musicais entre 1940 e 1943, quando serviu como soldado na Policia Militar. Por essa época, compôs sua primeira marcha carnavalesca, Se o feio doesse. Teve sua primeira composição gravada, Tio Sam no samba (com Felisberto Martins), pelos Vocalistas Tropicais, em 1946. No mesmo ano, Ciro Monteiro gravou para o Carnaval, com Raul de Barros (trombone), Gilberto (ritmo) e Odete Amaral (coro), Vivo bem (com Ari Monteiro). Em 1952, Linda Batista lançou em disco Amor passageiro, sucesso no Carnaval desse ano. Seu êxito seguinte foi Leviana, lançado como samba de terreiro na Portela e mais tarde gravado por Jamelão. Antes de 1954, afastou-se da Portela por acusações que punham em duvida a autoria de suas músicas, transferindo-se então para a União do Vaz Lobo. Aí lançou A voz do morro, gravada em 1955 por Jorge Goulart, com grande sucesso. Em 1955, A voz do morro e Leviana foram incluídas no filme Rio, 40 graus, de Nelson Pereira dos Santos. Retornou a Portela e, em 1960, participou das atividades musicais do restaurante Zicartola, atuando como apresentador dos velhos compositores, ainda então desconhecidos do público, como Cartola e Nelson Cavaquinho, e dos novos, como Paulinho da Viola e Elton Medeiros. Em 1961 lançou, na quadra de ensaios da Portela, o samba Velha guarda da Portela, obtendo sucesso. Nesse ano ainda, o cantor Germano Matias gravou com êxito o samba Malvadeza Durão. Em 1962, o compositor, aproveitando o sucesso do samba A voz do morro, idealizou um conjunto homônimo que começou a ensaiar com a participação de Nelson Cavaquinho, Cartola, Elton Medeiros e Jair do Cavaquinho. Em 1964, ao lado de Nara Leão e João do Vale, encenou o show Opinião, em que lançou alguns sambas de sucesso, como Opinião, Acender as velas e Diz que fui por aí (com Hortênsio Rocha). Por essa época, Nara Leão gravou em seu primeiro disco solo (Nara) o samba Diz que fui por aí. Em seu disco Opinião de Nara, ela incluiu duas outras composições suas, Opinião e Acender as velas. Também em 1964, Germano Matias lançou Nega Diná e O assalto e, no ano seguinte, o compositor recebeu convite da Musidisc para gravar seus sambas numa fita a ser entregue aos cantores da gravadora, para escolha de repertório. Lá compareceu, levando outros sambistas até então desconhecidos, como Paulinho da Viola, Nescarzinho do Salgueiro, Elton Medeiros, Jair do Cavaquinho, Oscar Bigode e Zé Cruz, que fizeram o acompanhamento e apresentaram seus sambas. A gravadora resolveu lançar então o LP Roda de samba, com o conjunto de sambistas denominado A Voz do Morro, concretizando antigo plano seu. Esse mesmo conjunto, com Nelson Sargento, gravou mais dois LPs, um pela Musidisc (1965) e outro pela RGE (1966). O compositor teve ainda dois sambas, em parceria com Elton Medeiros – Mascarada e Samba original – gravados no LP Na madrugada, interpretado por Paulinho da Viola e Elton Medeiros, lançado pela RGE em 1966. Para o Carnaval de 1967, compôs a marcha-rancho Mascara negra (com Hildebrando Pereira Matos), embora a primeira parte tenha sido atribuída ao irmão deste, Deusdedith Pereira Matos. Foi um dos maiores êxitos de sua carreira. Tem-se apresentado em shows de televisão e em boates. No cinema, em 1957 teve seus sambas Malvadeza Durão e Foi ela incluídos no filme Rio, zona norte, de Nelson Pereira dos Santos. Em 1958, sua música A flor do lodo foi incluída no filme Grande momento, de Roberto Santos. Seus sambas também seriam incluídos nos filmes Boca de ouro (1962), de Nelson Pereira dos Santos. A falecida (1965), de Leon Hirszman, e A grande cidade (1966), de Carlos Diegues. Nas décadas de 1970 e 1980, morou em São Paulo SP. Em 1990, de volta ao Rio de Janeiro, participou de uma remontagem do show Opinião. Em 30 de dezembro de 1994, durante show de Paulinho da Viola com a Velha Guarda da Portela, no Leme, Rio de Janeiro, subiu ao palco a convite e cantou varias músicas. Em 1996, aos 75 anos de idade e mais de 200 músicas compostas, gravou o primeiro CD da série Rio Arte Musical, produzido por Henrique Cazes, com quatro músicas inéditas e vários antigos sucessos. Ainda em 1996, em junho, o cantor Zé Renato (ex-Boca Livre) lançou o CD Natural do Rio de Janeiro, com 14 músicas suas. Em outubro desse mesmo ano, subiu ao palco junto com a cantora Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela (Jair do Cavaquinho, Monarco, Casquinha e Argemiro) e interpretou com enorme sucesso alguns clássicos do samba, como A voz do morro e O mundo é um moinho (Cartola), entre outros. Em 1997 completou 60 anos de carreira e foi homenageado com o show Na Casa do Noca, na Gávea, Rio de Janeiro. Ainda em 1997, recebeu da Portela um troféu em reconhecimento por seu trabalho e participou da gravação do disco Casa da Mãe Joana. A Editora Globo lançou, em 1997, o fascículo com CD Zé Kéti na coleção MPB Compositores, n.º 32 Biografia: Enciclopédia da Música Brasileira Art Editora e PubliFolha OBRA: •A dama das flores •A Felicidade vem depois •A Voz do morro •Acender as velas • Adeus à Velha • Amar é bom (c/ Jorge Abdala) • Amor de carnaval • Amor e fantasia • Amor passageiro • Antigamente era assim • As moças do meu tempo • Assim é o morro • Bálsamo da vida • Bloco do lá e cá • Bó-dó (...) DISCOGRAFIA: • A Voz do Morro (1964) Musidisc LP • Nega Dina (1964) Rozemblit Cs • Os Grandes Sucessos de Zé Kéti (1971) CID LP • Zé Kéti (1973) LP • Identificação (1979) Continental LP • Zé Kéti (1982) Itramaraty LP • 75 Anos de Samba (1996) Rio Arte Musical CD • Zé Kéti (fascículo 32 da Coleção MPB Compositores) (1997) • Zé Kéti (2000)

PAÇOCA DE FESTA JUNINA

Gente eu amo Paçoca de festa Junina e descobri esse vídeo no YOUTUBE que explica bem direitinho! Eu adorei hehehehe.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

LEIA EM VOZ ALTA


"Um prato de trigo para três tigres tristes."

"O rato roeu a roupa do rei de Roma."

"A aranha arranha o jarro, o jarro arranha a aranha."

"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto o tempo o tempo tem."

"Num ninho de mafagafos, haviam três mafagafinhos, quem amafagafar os mafagafinhos, bom amafagafigador será"

"Você sabia que o Sabiá sabia assobiar?"

"Se o Pedro é preto, o peito do Pedro é preto e o peito do pé do Pedro também é Preto."

"O pinto pia, a pia pinga. Pinga a pia e o pinto pia. Quanto mais o pinto pia mais a pia pinga."

"Luzia lustrava o lustre listrado e o lustre listrado com luz luzia."

"Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce? - O doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce."

"Nas jaulas o jaguar girando, javalis selvagens, jararacas e jibóias gigantes.Girafas gigantes gingando com jeito de gente."

"Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista, ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco é ornitorrinco, ornitologista é ornitologista, e otorrinolaringologista é otorrinolaringologista."